terça-feira, 7 de setembro de 2010

Ser ou não ser? Eis a questão!


"Fran, porque tu não actualizou mais o teu blog?" "Fran, não tais mais escrevendo?" Depois das minhas melhores férias de inverno em Gramado estudar ta ocupando 90% do meu tempo de segunda a sexta e 50% no sábado e no domingo. Apesar do cansaço é bem melhor do que não ter nada para fazer como antes. Novas pessoas, amigos e não amigos, professores legais e professores chatos, alguns tão trouxas que você só pode explodir de raiva por dentro, nada melhor do que você manter a classe e deixar ele perde-la deixando ir junto toda sua moral e ética se comportando como alguém sem educação sendo um professor que deveria tela como bom exemplo para seus alunos. E é só uma técnica. Isso não acontece só com um professor quando sai fora de si, mas sim com quase todo mundo. Pessoas que usam máscaras, se escondendo atrás de algo que não tem nada ver com sua "verdadeira pessoa". Mas basta apenas um pequeno deslize para essa máscara cair e mostrar para todos quem verdadeiramente é. Essa "verdadeira pessoa" pode talvez deixar todos decepcionados como também pode deixar todos felizes, pois ninguém sabe o que se esconde atrás dessa máscara. Pode ser que todas as pessoas tenham uma, ou que só algumas, ou que ninguém tenha uma, depende de cada um, de como você quer ser e como quer que os outros vejam você e de como você vê as outras pessoas. A verdade é que temos que ser nós mesmos, temos que ser quem realmente somos só assim saberemos quem gosta da gente de verdade e quem são nossos verdadeiros amigos, aqueles que nos aceitam como realmente somos, com nossos defeitos e qualidades.
Recebi um e-mail com um poema do Mario Quintana, e quero compartilhar com todos vocês:

O Jardim

(De Mário Quintana)


Um dia descobrimos que beijar
uma pessoa para esquecer outra
é bobagem.
Você não só não esquece
a outra pessoa como pensa muito
mais nela....

Um dia nós percebemos que as
mulheres tem instinto "caçador" e
fazem qualquer homem sofrer...

Um dia descobrimos que
se apaixonar é inevitável...

Um dia percebemos que as
melhores provas de amor
são as mais simples...

Um dia percebemos que
o comum não nos atrai...

Um dia saberemos que ser
classificado como o "bonzinho"
não é bom...

Um dia perceberemos que
a pessoa que nunca te liga
é a que mais pensa em você...

Um dia saberemos
a importância da frase:
"Tu te tornas eternamente responsável
por aquilo que cativas..."

Um dia percebemos que
somos muito importantes para alguém,
mas não damos valor a isso...

Um dia percebemos como
aquele amigo faz falta,
mas aí já é tarde demais...

Enfim... um dia descobrimos
que apesar de viver quase um século
esse tempo todo não é suficiente
para realizarmos todos os nossos sonhos,
para beijarmos todas as bocas
que nos atraem, para dizer tudo
o que tem que ser dito naquele momento.

Não existe hora certa para dizer
o que sentimos se quem estiver
te ouvindo não te compreender,
não te merecer...

O jeito é: ou nos conformamos
com a falta de algumas coisas
na nossa vida ou lutamos para realizar
todas as nossas loucuras...

Quem não compreende um olhar
tampouco compreenderá uma
longa explicação.

"Cada um que passa em nossa vida passa só, pois cada pessoa é única e nenhuma substitui a outra. Cada um que passa em nossa vida passa sozinho, mas não vai só. Leva um pouco de nós, deixa um pouco de si. Há os que levaram muito, mas não há os que não deixaram nada. Esta é a maior responsabilidade de nossa vida e a prova de que duas almas não se encontram por acaso..."

Com o tempo, você vai percebendo que para ser feliz com uma outra pessoa, você precisa, em primeiro lugar, não precisar dela.


Percebe também que aquela pessoa que você ama (ou acha que ama) e que não quer nada com você, definitivamente, não é o homem ou a mulher da sua vida.


Você aprende a gostar de você, a cuidar de você e, principalmente, a gostar de quem também gosta de você.

O segredo é não correr atrás das borboletas...
É cuidar do jardim para que elas venham até você.